
Pôster de Distrito 9
Um filme de aliens favelados? É… Definitivamente foi uma idéia original, se quer assistir algo interessante e polêmico, assista a nova produção de Peter Jackson (“O Senhor Dos Anéis”), dirigido por Neil Blomkamp, o inovador e interessante Distrito 9. O filme já deu uma facada nos bolsos de seus produtores que beira os Us$ 50 milhões, e vai adiante.
A história é mais ou menos o seguinte: Há 20 anos, uma gigantesca nave alienígena deu as caras por Johannesburgo (África do Sul), deu defeito e por lá ficou. Os ET’s integrantes da nave tiveram que descer e se abrigar em uma favela chamada Distrito 9, onde vivem uma vida miserável, sofrem extremo racismo e são maltratados pelo governo; Os seres se parecem com insetos e falam um dialeto esquisito, embora já entendam o inglês pelo tempo que passaram aqui (no filme suas falas são legendadas em inglês). No decorrer da historia o governo local é pressionado pelos políticos (com fins eleitoreiros) para expulsarem os pobres favelados alienígenas do local, o que obviamente causa um “desconforto” tremendo (bem parecido com o que a gente vê quando policiais invadem favelas e comunidades carentes). Aqui os aliens são tratados como sub-raça, imundos, descartáveis e miseráveis, tanto por brancos como por negros (que se aproveitam do gosto estranho deles por comida de gato enlatada e criam um comércio paralelo, lembrando o trafico de drogas). Ou seja, se apareceu exploração de fracos e oprimidos, pode procurar que a raça humana ta metida da historia!
Durante o censo, um funcionário gente fina do governo (que só está lá por se casado com a filha do figurão [Olha o nepotismo aí gente!]) se contamina com um fluido alienígena e acaba desenvolvendo em seu organismo algumas partes extraterrestres, por simbiose, o que acaba transformando-o numa poderosa arma política (o governo estaria estudando cadáveres de aliens para fins bélicos). Assim o camarada e um alien gente boa chamado Christopher (o personagem alien mais humano do filme, são incríveis os seus traços e expressões), que está a ponto de concertar a nave e voltar pra casa (“We Just Want To Go home.”) se tornam alvos de uma caçada impiedosa.
Distrito 9 definitivamente tem um bom enredo, com ótimos efeitos especiais, envolvente e que termina de uma forma redentora, porém não ficou apenas nisso, Distrito 9 foi proibido!
Em uma visão humanista, Distrito 9 obviamente mostra o preconceito da raça humana, o racismo e a crueldade contra os oprimidos, sem contar na nítida referencia ao “APARTHEID”, tal temática ofendeu a ministra da informação da Nigéria, Dora Akunyili. De acordo com o site HitFiz, ela proibiu os cinemas da capital Abuja de exibir o longa; “Não estamos felizes, pois a Nigéria é retratada através de um ângulo negativo”, disse a ministra. Akunyili pediu a Sony que se desculpasse (…too late to apoligize, too late…xD) e eliminasse do longa tudo o que se refere a Nigéria, principalmente o nome do personagem “Obesandjo”, um ganster nigeriano, cujo nome se parece bastante com “Olusegun Obasajno”, atual presidente da Nigéria.
Após uma boa performance de bilheteria em sua estréia, com Us$ 37 milhões faturados em apenas três dias, já era esperado que uma continuação de Distrito 9 fosse discutida. Em uma entrevista para o site da revista Fangoria, o diretor Neil Blomkamp comentou as suas idéias para uma possível continuação; “Eu adoraria fazer uma seqüência. (O Novo) Seria um filme diferente. O público deve decidir se o longa é algo que eles querem ver”, disse o cineasta.
Distrito 9 é um filme repleto de armas a laser, naves espaciais, alienígenas, robôs, mutantes, sangue e drama, tudo o que se precisa para uma bela produção de ficção científica e muito mais. Sua estréia no Brasil está marcada para o dia 30 de outubro deste ano, então… Vamos aguardar.
Distrito 9 definitivamente tem um bom enredo, com ótimos efeitos especiais, envolvente e que termina de uma forma redentora, porém não ficou apenas nisso, Distrito 9 foi proibido!
Em uma visão humanista, Distrito 9 obviamente mostra o preconceito da raça humana, o racismo e a crueldade contra os oprimidos, sem contar na nítida referencia ao “APARTHEID”, tal temática ofendeu a ministra da informação da Nigéria, Dora Akunyili. De acordo com o site HitFiz, ela proibiu os cinemas da capital Abuja de exibir o longa; “Não estamos felizes, pois a Nigéria é retratada através de um ângulo negativo”, disse a ministra. Akunyili pediu a Sony que se desculpasse (…too late to apoligize, too late…xD) e eliminasse do longa tudo o que se refere a Nigéria, principalmente o nome do personagem “Obesandjo”, um ganster nigeriano, cujo nome se parece bastante com “Olusegun Obasajno”, atual presidente da Nigéria.
Após uma boa performance de bilheteria em sua estréia, com Us$ 37 milhões faturados em apenas três dias, já era esperado que uma continuação de Distrito 9 fosse discutida. Em uma entrevista para o site da revista Fangoria, o diretor Neil Blomkamp comentou as suas idéias para uma possível continuação; “Eu adoraria fazer uma seqüência. (O Novo) Seria um filme diferente. O público deve decidir se o longa é algo que eles querem ver”, disse o cineasta.
Distrito 9 é um filme repleto de armas a laser, naves espaciais, alienígenas, robôs, mutantes, sangue e drama, tudo o que se precisa para uma bela produção de ficção científica e muito mais. Sua estréia no Brasil está marcada para o dia 30 de outubro deste ano, então… Vamos aguardar.









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