Um Pouco Mais sobre Alice

Johnny Depp como Chapeleiro Louco

AVATAR se foi, de volta para o planeta Pandora, e logo uma nova onda invade a área cinematográfica e lota as salas de cinema do mundo inteiro. Ha alguns dias entrou em cartaz finalmente o maravilhoso mundo de Alice In Wonderland, o mais novo sucesso de Tim Burton, que já havia dirigido filmes como A Fantástica Fábrica de Chocolate.
O novo sucesso é obviamente baseado na história de Alice No País Das Maravilhas (Não… magina…), do escritor inglês Lewis Carroll, um grande sucesso da Disney que qualquer um que tenha tido infância já assistiu (menos eu… !!!). Porém o novo filme teve algumas alterações no enredo original.
O filme se passa 13 anos após a história original, onde a menina Alice, fugindo de um casamento forçado na nobreza de Oxford onde vivia, segue um misterioso coelho branco e acaba caindo no mais doidão e lombrado mundo fantástico dos contos de fadas, um local que ela já havia visitado anteriormente quando tinha seis anos mas não se lembrava, onde encontra desde um chapeleiro maluco que comemora todos os desaniversários (os dias em que você não faz aniversario) a um gato sorridente que aparece do nada com seus poderes de evaporação que só podiam vir da novela Os Mutantes. Neste mundo fantástico Alice enfrentará muitas aventuras com seus amigos gêmeos balofos Tweedledee e Tweedledum, O Coelho Branco, Ratão, Dodo, muitas flores falantes e etc… e matará o Jaguadart para derrubar a Rainha Vermelha no “Glory Day” e devolver o poder a fofinha Rainha Branca.

Todo mundo conhece a mine polêmicazinha pequenininha a respeito da alogia de Alice In Wonderland a drogas, algo envolvendo uma minhoca se lombrando em cima de um cogumelo, sem contar com a “poção” que a garotinha toma pra diminuir e todo o resto, mas quem não consegue fazer algum comentário maldoso a respeito de qualquer história da Disney, afinal todo mundo tem ‘certeza absoluta’ que Walt Disney é na verdade um cervo de Lucius e põe mensagens subliminares em todos os filmes de sua empresa, para induzir as criançinhas inocentes do século 21 a cometerem crimes, se tornarem satânicos ou robôs (Quanta bobagem…).

Helena Bonham Carter como Rainha Vermelha

Alice In Wonderland é apenas psicodélico e surrealista, assim como A Fantástica Fábrica De Chocolates e tantos outros filmes legais, falar de mensagens subliminares no filme de Alice chega a ser repetitivo, e outra; Ninguém tem nada a ver se Tim Burton gosta de cheirar gatos… Isso é coisa de invejosos alérgicos (me revoltei agora… rs).
Mas Voltando a falar sério; Pouca gente sabe o quão clássico e importante foi para Walt Disney a história de Alice, sua admiração pela antiga obra inglesa vem desde que Walt tinha 22 anos e tentava ficar famoso em Kansas City. Antes mesmo do grande sucesso de Branca De Neve E Os Sete Anões, Walt queria produzir um longa metragem de Alice No País Das Maravilhas.

Na época houve muita dificuldade por causa das catástrofes da segunda guerra mundial, sem contar que Walt ficou quebrado com as produções de Pinóquio, Fantasia e Bambi. Um filme de Alice In Wonderland chegou a ser lançado em 1933 pela Paramount, mas a versão misturava live-action com animação e acabou não sendo bem aceita na época. Outra coisa que era muito exigida era a fidelidade do gráfico do filme de Alice às ilustrações da obra original Alice In Wonderland, feitas pelo artista Sir John Tenniel, Quando finalmente conseguiu produzir o filme, algo que só veio a acontecer mais ou menos uns 40 anos após a idéia original, Walt foi extremamente criticado pela crítica literária e pelos fãs, pois segundo eles Walt tinha americanizado demais uma obra clássica da literatura inglesa. Walt tentou de tudo quanto foi jeito fazer de Alice No País Das Maravilhas seu grande feito na Disney Studios,

chamou tudo quanto foi gente importante para fazer a dublagem do filme, contratou grandes compositores para a produção da trilha sonora, o que acabou dando a Alice No País Das Maravilhas o título de filme com maior quantidade de músicas da Disney, 30 aproximadamente, mas como algumas músicas chegam a durar segundos, isso acabou se tornando irrelevante. Outra grande dificuldade que Walt teve na produção do filme de Alice foi a quantidade exagerada de personagens que havia na obra original, acho que uns 80, o que acabou resultando na exclusão de vários personagens pelos mais variados motivos, alguns saíram por serem melancólicos, outros por serem falantes demais, alguns personagens foram até fundidos em um único personagem por questões financeiras (lembrei de DragonBall agora.. xD), além da aparição de um personagem que nunca existiu na história original, a maçaneta. Bem… acabou que mais da metade dos personagens foram espremidos. Alice In Wonderland foi ser lançado finalmente na véspera de natal de 1950; na época até foi feito um programa especial patrocinado pela coca-cola chamado “One Hour In Wonderland” (foi a primeira vez que Walt usou a televisão como meio de divulgação). Finalmente, depois de tanto esforço, sonho, cansaço e prejuízo, acabou que tudo aparentemente não havia servido para merda nenhuma. Alice In Wonderland foi na época o maior fracasso de Walt Disney, e olha que ele já havia ficado famoso e produzido longas como Cinderela. Walt nunca gostou da idéia de exibir seus filmes na TV aberta, mas seu desgosto com o filme de Alice foi tão grande que o filme foi exibido no segundo dia de exibição do programa de Tv Disneyland. Mas claro que houve um final feliz, afinal não seria Disney se não tivesse final feliz: Anos depois de todo esse sacrifício envolvendo Alice e seu mundo doidão, as pessoas do nada começaram a valorizar a história, o gráfico bonito e as imagens psicodélicas, a partir daí Alice passou a ser o filme mais requisitado para cópias de locação em 16mm para universidades e escolas (provavelmente nessa época Walt já tinha feito o “pacto com o diabo”.. rs).

The Wonderland

A Walt Disney Studios chegou a recolher várias cópias que haviam sido disponibilizadas para locação e relançaram o filme de Alice nos cinemas, que acabou passando a ser admirado por todos aqueles críticos que haviam rejeitado-o anteriormente. Voltando para o presente: Finalmente o doido do Tim Burton teve a idéia de refazer o filme, usando da tecnologia maravilhosa disponível no momento, para transformar a clássica história de Alice No País Das Maravilhas (que por incrível que pareça, por mais informado que eu esteja, ainda não assisti o original xD) e transformá-la em um dos maiores sucessos de bilheteria do ano, chegando a ser considerado o melhor filme para exibição em salas 3D.

Tim Burton escolheu um elenco maravilhoso é claro, chamando para o papel de Alice a menina Mia Wasikowska, para o papel de Rainha Branca a podre de linda Anne Hathaway, e seus inseparáveis atores prediletos: Jonny Depp como chapeleiro Maluco e a gostosa Helena Bonham Carter (Que pra quem não sabe é esposa de Tim Burton) como Rainha Vermelha (As vezes fico pensando se Tim, Helena e Jonny fazem manage…  …), além de muitos outros atores renomados como Matt Lucas, Alan Rickman, Christopher Lee e outros.
O filme estreou nos Estados Unidos no dia 5 de Março de 2010, e arrecadou só no dia da estréia mais de 41 milhões de dólares, superando até mesmo a estréia do grande sucesso de James Cameron, AVATAR. Em 28 dias Alice havia arrecadado mais de 300 milhões de dólares, ocupando a décima segunda posição na lista de filmes mais lucrativos, e na segunda posição se fosse para contar apenas salas de 3D. Não sei quanto Alice In Wonderland já arrecadou em suas exibições, mas até o momento já é bem mais do que 1 bilhão de dólares, se tornando o segundo maior sucesso da história da Disney e o sexto maior filme da história do cinema mundial.

No Brasil o filme teve estréia inicialmente marcada para o dia 23 de Abril, mas por causa do gigantesco sucesso de AVATAR decidiram mudar para o dia 21 do mesmo mês, depois acabaram mudando de idéia e voltaram a marcar o dia 23 de Abril como estréia nacional. Com dois dias em exibição no Brasil, Alice alcançou a primeira posição nas bilheterias daqui, arrecadando cerca de 10,5 milhões de reais com um público de mais de 876 mil fãs.
O filme ainda está em cartaz em quase todas as salas de cinema do mundo (digo isso por que se chegou em PHB é por que já rodou o mundo inteiro), então se você não foi ainda, corre e compra logo seu ingresso, pra não correr o risco de acabar tendo que assistir esse filme maravilhoso em sua telinha de 29 polegadas (rs).

The Last Airbender

Wallpaper do desenho Avatar

Água… Terra… Fogo… Ar… Quem ainda não parou em frente à TV pra assistir o magnífico desenho animado da Nickelodeon, Avatar, a lenda de Aang, criado por Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko, provavelmente não sabe o que está perdendo (sem contar com a ótima oportunidade de treinar o inglês ouvindo a dublagem perfeita do desenho). Avatar é sem dúvida um dos melhores desenhos animados disponíveis atualmente, competindo em numero de fãs com os sempre prediletos animes japoneses, Avatar é tão bom que por muitas vezes é confundido com um anime (É claro que pro desenho ter se tornado todo esse sucesso, precisou apelar pra influencia maciça da cultura oriental). Usando como base a dobra (manipulação) dos quatro elementos, A lenda de Aang tem um enredo maravilhoso, dividido em 3 temporadas (Denominadas livros: Livro um; Água. Livro dois; Terra. Livro três; Fogo.) que prende você a tela, que lhe distrai e deixa você louco para assistir o próximo episódio. [Acredita-se que Moisés tenha sido um dos maiores dobradores de água da história... rs]

Pra quem, assim como eu, é fã da saga do carequinha que tem uma seta na cabeça, a notícia de que a Paramount Pictures, MTV Films e Nickelodeon Movies haviam contratado o diretor M. Night Shyamalan para escrever, dirigir e produzir uma trilogia de filmes em live-action (pra quem não sabe, é quanto tem atores de verdade) baseado nos três livros de Avatar, foi com certeza motivo de alegria e grande expectativa.

Aang segurando seu duvidoso bastão

O resumo do filme pode ser contado apenas repetindo as palavras que a gatinha Katara diz na abertura do Anime: “Água, Terra, Fogo, Ar. Minha avó costumava me contar histórias sobre os dias antigos, tempos de paz, em que o Avatar mantinha o equilíbrio entre a Tribo da Água, o Reino da Terra, a Nação do Fogo e os Nômades do Ar, mas tudo mudou quando a Nação do Fogo atacou. Somente o Avatar é capaz de dominar os quatro elementos! Somente ele é capaz de deter o caminho dos dobradores de fogo! Mas quando o mundo mais precisava dele, ele desapareceu. Cem anos se passaram e eu e meu irmão descobrimos o novo Avatar, um dobrador de ar chamado Aang, e mesmo que suas habilidades de dobrador sejam surpreendentes, ele ainda tem muito que aprender antes que possa salvar qualquer um, mas eu acredito que Aang pode salvar o mundo!” Aí nessa hora toca a musiquinha… xD.
O primeiro filme, baseado no livro da Água, entrou em conflito com o fodão filme AVATAR de James Cameron, que por ter um orçamento mais ignorante e um potencial maior, acabou ganhando o titulo de Avatar, restando à produção de Shyamalan intitular o filme de The Last Airbender (O Ultimo Dobrador de Ar), que no Brasil foi alterado ridiculamente para “O Ultimo Mestre Do Ar”.
Em uma entrevista à revista britânica SFX, Shyamalan se deparou com a série Avatar quando sua filha quis ser Katara no Dia das bruxas. Ele pesquisou e assistiu a série com sua família.

“Assistir Avatar tornou-se um evento em minha casa… então estamos olhando adiante para saber como se desenvolve na terceira temporada”, disse Shyamalan. “Uma vez que vi o mundo maravilhoso que Michael e Bryan criaram, soube que poderia fazer um grande filme”. Ele adicionou que foi atraído pelas influências espirituais e das artes marciais na série.

Os co-criadores de Avatar, Michael DiMartino e Bryan Konietzko manifestaram a sua opinião com relação a M. Night Shyamalan escrever, dirigir e produzir o filme em uma entrevista. Os dois mostraram entusiasmo sobre a decisão, afirmando que admiram o trabalho dele e, por sua vez, ele respeita os seus materiais. Shyamalan disse que vai escrever o segundo filme enquanto se prepara para filmar o primeiro.

O diretor originalmente ofereceu o papel de Aang para Noah Ringer, um carequinha de 12 anos que ele achou em uma escola de Tae Kwon Do em Dallas e que se encaixou como uma luva para o personagem; o papel de Zuko para Jesse McCartney, que teve que recusar o personagem por que o horário de seus shows entraria em conflito com o das aulas de artes marciais, e acabou sendo substituído por Dev Patel. Ofereceu o papel de Katara para Nicola Peltz, e o papel se Sokka para Jackson Rathbone, o branquinho que fez o papel de Jasper em Twilight.

A Escolha dos dois ultimos atores caucasianos causou polêmica, confusão e revolta entre os fãs da série, que acusaram o diretor de racismo, afinal de contas os personagens Katara e Sokka são originalmente morenos. O ator Rathbone indeferiu as reclamação dizendo “Acho que é uma daquelas coisas em que eu emparelho o meu cabelo, raspo os lados, e definitivamente preciso de um bronzeamento. É uma daquelas coisas em que, espero, o público vai suspender um pouco a descrença”.

A pré-produção do longa começou no final de 2008, enquanto a filmagem começou em março de 2009, na Groelândia. Depois de duas semanas, o elenco e a equipe foram para Reading, Pensilvania, para começar a filmar no Pagode, Mount Penn, em 2 de abril. Também tiveram filmagens no Vietnã, e a estréia está supostamente prevista para julho de 2010.

Muito mistério está sendo feito a respeito do longa The Last Airbender, mas pelo pouco que já se viu, já dá pra perceber que o filme está prometendo ser maravilhoso, então… só nos resta aguardar com expectativa. : )

Veja abaixo o novo trailer de THE LAST AIRBENDER, que já mostra os incríveis efeitos especiais usados para exibir as dobraduras dos quatro elementos.

O mundo perdeu um raio de sol…

Neste domingo, 20 de dezembro, faleceu aos 32 anos de uma parada cardíaca, a atriz Brittany Murphy. Ela era casada desde 2007 como o roteirista britânico Simon Monjack. Aos que não estiverem reconhecendo-a pelo nome e/ou foto, basta citar alguns de seus personagens mais marcantes, geralmente comédias: em 1995, em As Patricinhas de Beverly Hills ela interpretou a impopular Tai que a personagem de Alicia Silverstone  resolve “adotar” e torna-la popular (nunca esqueço da sua mais famigerada fala para a amiga “Você é uma virgem que não sabe dirigir!” ), em 2003 na comédia Recém-casados com Ashton Kutcher onde interpretou Sarah a noiva de família aristocrática americana que casa com um cara de fora do seu círculo social e tem uma desastrosa, porém divertidíssima, lua-de-mel na Europa.  Mas não apenas de comédias consistia sua carreira, obteve críticas positivas por papéis sóbrios em Garota Interrompida em 1999 e Sin City em 2005. Além de atriz de cinema, Brittany Murphy destacou-se no teatro ao lado de sua polêmica amiga Winona Ryder (cuja amizade instantânea gerou comentários maldosos);  ganhou uma diversidade de prêmios como cantora, entre eles o Teen Choice Award, Grammy Award, Billboard Award e MTV Europe Music Awards e também atuou como dubladora, como por exemplo, em Futurama e Happy Feet, onde além de dublar a pingüim Gloria, cantava, como se pode imaginar aqueles que assistiram essa animação e tem conhecimento que os pingüins (com exceção do protagonista) cantam divinamente bem. A imprensa sensacionalista desde o início já cria teorias infundadas como uso de drogas ilícitas e medicamentos como o analgésico Vicodin (o mesmo que dizem ter matado Michael Jackson), só para constar, até o momento não há resultados divulgados de exames toxicológicos e nem da autópsia do corpo da atriz e é natural procurar algo de podre em mortes aparentemente naturais de celebridades,  segundo os bombeiros e o legista-chefe assistente Ed Winter que encontraram e realizaram os exames preliminares não há indícios de causas não naturais na morte de Brittany Murphy. Uma grande perda para o mundo das artes, uma artista promissora e versátil que nos deixou emocionantes e divertidos momentos em vários campos das artes cênicas e que tanto ainda tinha a nos proporcionar, prefiro particularmente, lembrar de sua ampla diversidade artística e sua expressiva atuação em obra humanitárias, pessoas inesquecíveis jamais morrem de verdade, como disse seu ex-namorado e parceiro de cena em Recém-casados Ashton Kutcher: “O mundo perdeu um raio de sol”.

ERGO PROXY

Pra quem acha que gráfico magnífico e enredo interessante é coisa de Death Note, está muito enganado, Ergo Proxy é um anime de gráfico impecável, com personagens muito bem desenhados e aquele novo toque 3D, os personagens de Ergo Proxy são marcantes, com personalidades fortes e interessantes, e uma história pra lá de complexa (Se você tem raciocínio lento, meio lento ou parado, não assista, pois você não vai entender nada!)

Ergo Proxy é um anime do gênero suspense e ficção científica. Foi considerado o melhor Pós-cyberpunk-gothicus animado em 23 episódios da animação japonesa (Talvez por ser o único do gênero). Escrito por Isaac Asimov e George Lemaitre (Não consigo imaginar pra que você iria querer saber estes nomes, mas por tradição eu falo xD) e produzido pelo iniciante estúdio Manglobe, que por incrível que pareça não tinha nenhuma experiência no ramo de animes.
Tudo começa em uma cidade futurística chamada Romdo, um domo, construído após o Apocalipse Ambiental Global, que possui energia elétrica infinita e serve para proteger os seres humanos que sobreviveram. Nessa cidade, humanos e andróides, chamados de AUTOREIV’s, coexistem num ambiente de total controle, estes andróides possuem um programa que o fazem agir de forma bem semelhante aos seres humanos, e servem pra tudo (Até serviços sexuais). Um belo dia espalha-se pela cidade dos cidadãos de bem, um vírus chamado Cogito, que supostamente fazia AUTOREIV’s infectados comportarem-se como seres humanos por “livre e espontânea vontade”, em outras palavras, o vírus fazia os robôs criarem alma, tais andróides começam a cometer atos que afetarão drasticamente o frágil equilíbrio da sociedade despótica do domo, em pouco tempo a humanidade volta ao caos. Paralelamente a isso, descobre-se a existência de seres de DNA desconhecido, com poderes e habilidades desumanas, chamados de Proxys, tais seres serão de extrema importância para o desenrolar da história, e a salvação da humanidade.

O dito cujo: Ergo Proxy

A história gira em torno do casalzinho gótico Vincent Law, um imigrante que trabalha para o governo, como função de caçar e inutilizar robôs infectados, e que estranhamente começa a ser “perseguido por Proxys”, e Re-l Mayer, a neta do regente da cidade, que trabalha como inspetora do escritório de inteligência e é encarregada de investigar uma série de assassinatos brutais cometidos por robôs infectados pelo Cogito.

A prova de que Re-l Mayer é na verdade uma versão anime da Amy Lee!

Dentre outros personagens interessantes, como o andróide Iggy, e a fofinha AUTOREIV Pino, até mesmo do próprio protagonista Vincent, Re-l acaba chamando muito a atenção, por sua personalidade forte, seu jeito mandão e chatinho de ser, sua beleza hipnotisante e suas maquiagens de cantoras de bandas de Gothic-Metal, por falar nisso, alguém saberia me dizer por que ela tem a cara cagada e cuspida da cantora do Evanescence, Amy Lee?
Ergo Proxy é um anime interessante e bem psicológico, com imagens escuras e um clima no estilo Matrix, sem contar com cenas de ação eletrizantes. Pra quem gosta do gênero psicodélico, é uma ótima opção.

ERGO PROXY DOWNLOAD

Quem quiser baixar Ergo Proxy, é só clicar nos links abaixo:

EPISÓDIOS    01 ::: 02 ::: 03 ::: 04 ::: 05 ::: 06 ::: 07 ::: 08 ::: 09 ::: 10 ::: 11 ::: 12 ::: 13 ::: 14 ::: 15 ::: 16 ::: 17 ::: 18 ::: 19 ::: 20 ::: 21 ::: 22 ::: 23 !!!

AVATAR… revolução!

Há 14 anos atrás, o diretor James Cameron, um dos mais respeitados cineastas de Hollywood, que aos 55 anos trás em seu currículo uma marca que nenhuma outra produção conseguiu: Us$ 1,8 bilhões em bilheteria com o vencedor de 11 Oscars, Titanic (Também deu vida a O Exterminador Do Futuro, Aliens – O Resgate, dentre outros…), imaginou um filme com super efeitos especiais, um gráfico impecável, um orçamento monstruoso e um colossal numero de fãs, um filme que fosse revolucionário. A partir daí começou a ter idéias, desenvolver a história e pôr tudo no papel, depois de tudo pronto apresentou o projeto a seus produtores técnicos, que foram unânimes em afirmar que a realização do projeto era simplesmente impossível, que na época ainda não havia tecnologia suficiente para fazer algo convincente naquela proporção; Depois disso muitos deixaram o projeto de lado e continuaram a fazer filmes novos a cada um ou dois anos, exceto Cameron.

Hoje, em tempos de altíssima tecnologia e aquecimento global, finalmente o projeto renasceu, e a idéia inicialmente utópica do diretor vai criar vida, num filme que está prometendo ser o maior e mais revolucionário filme em 3D já feito na história do Cinema: Avatar. (Não, não é o Avatar carequinha com a seta na cabeça de The Last Airbender, mas, já que ambos os filmes estão sendo lançado mais ou menos no mesmo período, me parece lógico imaginar que The Last Airbender, o filme baseado no desenho Avatar, não foi batizado simplesmente de Avatar por causa deste outro.)
A história é mais ou menos o seguinte:
Em um futuro tão tão distante, no século 22 pra ser mais específico, humanos se arriscam numa emocionante aventura (aff, tô parecendo o narrador da seção da tarde ¬¬) rumo à um uma lua chamada Pandora, que está na órbita de um planeta gasoso chamado Poliphemus, em alfa Centauro. Em Pandora vive uma raça humanóide primitiva, mas bastante sábia, chamada Na’vi. O Ar de Pandora é irrespirável para os seres humanos, então para que os humanos pudessem entrar na atmosfera do planeta, foram criados híbridos humano-Na’vi’s, chamados de Avatares. Esses híbridos são controlados por humanos, por meio de projeção de consciência, o que possibilita, em outras palavras, viver por meio deles (ê viajem…). A trama do filme é centrada no moço chamado Jake Sully, um fuzileiro naval ferido em combate que está paralisado, mas que em Pandora pode novamente andar graças ao seu avatar, em meio a um conflito com militares e os nativos Na’vi, o cara se apaixona por uma garota azul (Por que isso sempre acontece? Até em Planeta Dos Macacos rola esse tipo de coisa, e olha que a doidinha era uma macaca ¬¬). Estando o cara muito envolvido com os nativos azuis, e sendo aceito pelos próprios, ele se vê diante de uma escolha: Lutar ao lado de sua raça ou viver como um Avatar para todo o sempre e ao infinito e além…

Para marcar o lançamento oficial do trailer do filme, pela primeira vez na história, foi criado todo um evento golpe de marketing em cima disso. Trata-se do Avatar Day, que acontece no dia 21 de agosto em todo o planeta (exceto em phb). Neste dia, salas de cinema 3D do mundo todo exibirão um trecho de 15 minutos sobre o filme, com entrada 0800. É claro que o evento foi um grande sucesso.
O filme estará em cartaz dia 18 de dezembro desse ano (também exceto em phb), com duração de 170 minutos e censura 12 anos, seu elenco renomado conta com Zoe Saldana, Sigourney Weaver, Sam Worthington, Michelle Rodriguez, Giovanni Ribisi, dentre outros grandes nomes. Vale apena ir conferir, afinal de contas o filme mais caro da história do cinema, superando Spider-Man 3, com o mísero orçamento de meio BILHÃO de dólares O.O deve ter algo de interessante para se ver!

THUNDERCATS – O FILME \o/

O Olho De Thundera!

Esse lance de ficar fazendo novos filmes de filmes antigos é algo que tem provado ser bem lucrativo e interessante. Filmes como Superman, King Kong, Batman e etc, que já tinham tantas versões clássicas e toscas, e que depois de uma bela adaptação e reprodução acabaram se tornando “novos” e interessantes recordistas de bilheteria, agora estão dando inspiração para a nova onda: Fazer filmes adaptados de desenhos animados antigões! Depois do grandioso sucesso e do maciço numero de fãs de Transformers, a grande aposta da Warner Bros é o longa-metragem adaptado do desenho que fazia muito sucesso há algumas décadas atrás, Thunder… thunder… thunder… THUNDERCATS!!! Quem não lembra de Lion-O, Panthro, Cheetara e etc? (Eu :s) Segundo a revista especializada Variaty, recentemente a Warner comprou o roteiro do estreante Paul Sopocy que transforma de um jeito muito interessante e eletrizante a saga dos gatos do trovão em um longa-metragem live-action (Quando é feito com atores de verdade xD). Para os fãs do desenho que eram curiosos para saber como tudo começou, o longa tem enredo original, que conta a história dos principais heróis e vilões do universo dos gatos humanóides que fogem do seu planeta depois dele ser destruído. A trama é focada no crescimento e na vida de Lion-O, que se torna líder dos ThunderCats.

Lion-O e sua espada... ... ui :s

A saga dos super-heróis felinos começou em 1983, com o lançamento do desenho animado, que mais tarde originou uma linha de brinquedos e uma série de quadrinhos, publicada pela Marvel. Thundercats vem reforçar a onda nostálgica de adaptações do estúdio, que também prepara versão com atores de He-man (Aguarde informações sobre isso aqui no Jokenpow!).
O projeto será produzido por Paula Weinstein (Diamante De Sangue) e supervisionado por Dan Lin (Os Infiltrados) da Warner, e ainda não tem data de estréia marcada. O filme será produzido em computação gráfica. Jerry O’Flaherty, prestigiado designer de jogos como Gears of War, Unreal Tournament 3 e Command and Conquer, debutará como cineasta com a produção da Warner Bros. O’Flaherty também dará pitacos no roteiro (Espero que fique aquela mistura massa de filme e computação gráfica no estilo Beowulf), mas como o filme ainda é novidade com certeza haverão muitas surpresas sobre ele ainda, então… Aguarde mais informações sobre os gatos do trovão aqui no Jokenpow!

Lua Nova

Quem me conhece, sabe que não costumo assistir filmes adaptados de livros sem antes ler a obra homônima, li toda a coleção Crepúsculo e tenho que dizer que o primeiro filme, em relação ao livro me decepcionou bastante, detalhes que reforçavam a imagem que nós leitores criamos a respeito da história e das relações entre os personagens foram modificados demais, Bella e o pai jantavam em casa sempre, ela preparava, não era numa lanchonete como no filme; a casa dos Cullen não é nada do que o livro descreve, imaginamos uma mansão e não aquela casa de vidro; no filme Jacob faz segredo sobre as lendas dos quileutes a respeito de vampiros e lobisomens enquanto no livro ele fala sobre o assunto sem ao menos dar credibilidade; a relação de Alice e James que nem ao menos é citada e que julgo ser um detalhe bem interessante; entre outros, se eu começar a detalhar o post vai ficar gigante. Enfim, o orçamento de Crepúsculo foi cerca de 37 milhões de dólares, muito baixo se considerar os efeitos que a história pedia, por isso economizaram em cenários e os efeitos foram muito fraquinhos, sem mencionar o trabalho um tanto desconexo da diretora Catherine Hardwicke, de produções pouco conhecidas como Aos Treze de (2003) e Os Reis de Dogtown (2005). Talvez por essa razão, em Lua Nova, ela foi substituída por Chris Weitz, diretor e roteirista de Bússola de Ouro (2007) e o orçamento subiu para cerca de 50 milhões de dólares, o que não é grande coisa, a nível de comparação, os filmes da franquia de Harry Potter tem orçamentos de cerca de 150 milhões de dólares, além de David Yates que vem fazendo um bom trabalho nas adaptações dos livros desde Harry Potter e a Ordem da Fênix em 2007. Sem mencionar que as filmagens de Eclipse já estão concluídas e adivinhem só: outro diretor, dessa vez David Slade do ótimo MeninaMá.com de 2005. Essa moda de vampiros já saturou, felizmente os livros da saga Crepúsculo não focalizam demais em presas, sangue e morcegos, embora cansativos em partes repetitivas de suspiros e depressão da Bella (talvez esses momentos emo se justifiquem pela autora Stephenie Meyer ouvir Simple Plan e My Chemical Romance enquanto escreve! XD), mas no geral, os personagens são interessantes; a ação, principalmente nos momentos de aparição dos Volturi nos faz ler ansiosamente o livro e a forma como o amor é tratado é bem diferente do convencional, possivelmente essa seja a razão pela qual o romance tenha feito tanto sucesso em todo mundo. O que podemos esperar de Lua Nova? Os vampiros somem em boa parte da história, para as garotas sinto informar que Edward Cullen (Robert Pattison, atualmente famoso por beber e fumar demais e não trocar muito de roupa) aparece pouco no início (até o capítulo 3) e é novamente citado perto do final (capítulo 17), mas nada temam, o agora bombado Jacob Black aparece o suficiente, Taylor Lautner e seus novos 13 quilos de massa muscular adquiridos rápida e desesperadamente pra não ser substituído pelo Ex-Power Ranger azul Michael Copon, o que seria realmente humilhante! A grande expectativa é pela aparição do clã Volturi, que marca presença nos três últimos livros da série e é decisivo no desfecho na saga em Amanhecer. Apenas registrando que Lua Nova tem estréia mundial (menos em Phb) prevista para 20 de novembro.

Garota Infernal

Dirigido pela proeminente Karyn Kusama, premiada em Sundance e Cannes com Boa de Briga em 2000 e responsável pela interessante adaptação de Aeon Flux em 2005, a película apresenta um título pouco criativo: Garota Infernal (Jennifer’s Body no original). O filme tem cara de comédia adolescente trash e poucos rostos no elenco são conhecidas do grande público. Porém, analisando mais a fundo, há várias boas razões pra dar um crédito de confiança ao filme e ir ao cinema dar uma conferida. Pra começar Megan Fox (Transformes), a bad girl do momento, sempre de roupas mínimas em todo filme que aparece (Graças a Deus!), como uma líder de torcida (saias curtinhas e pompons, no melhor estilo Claire Bennet) possuída por um demônio invocado por caras de uma banda de rock colegial cujo líder é interpretado pelo sempre divertido Adam Brody (Gilmore Girls e The O.C.), que lhe confere novos hábitos alimentares (sangue, mas relaxem galera, não tem nada a ver com a onda Crepúsculo e True Blood, chega de vampiros ¬¬), ela joga charme pra todos os garotos da sua escola e assim mantém sua dieta balanceada, toma banho de rio como veio ao mundo e ainda troca um beijo lésbico (Uhuhu!) com Amanda Seyfried (Mamma Mia! e Alpha Dog), a propósito a única pessoa que realmente atua no elenco. O enredo é aparentemente fraco e sexualmente apelativo, mas o humor inteligente da roteirista Diablo Cody (ex-stripper, ex-atendente de sex-fone e ganhadora do Oscar de Melhor Roteiro Original por Juno em 2007) proporciona um bom entretenimento aos espectadores. Um filme pra todos os gostos, meio comédia, meio terror, muito sangue (sem exageros malucos até porque o diretor não é o Tarantino), o velho clima High School (felizmente nada Musical) e uma boa pitada de sexualidade adolescente.

O Besouro que “avoa”!

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Besouro O Filme!

Quando se ouve falar de um filme de ação, com efeitos e artes-marciais, alguém lembra do Brasil? Claro que não.. rs, mas quem diria, Brasil se meteu nisso também (Por que brasileiros se metem em tudo?). O filme da hora se chama Besouro! Eu particularmente achei um nome legal, bem diferente e impactante.
A historia é mais ou menos o seguinte: No recôncavo baiano dos anos 20, surge em meio a pobreza e a ainda presente escravidão, o maior capoeirista de todos os tempos, um “herói” criado com misticismo e treinamento, o grande e famoso Besouro Mangangá (Olha o nome do rapaz ¬¬). Besouro é um inseto que, por suas características, não deveria voar (Não eram abelhas?), e assim como o inseto que desafia as leis da física, Besouro Mangangá desafiará ele mesmo as leis cruéis do preconceito e da opressão.
Besouro é um filme de muita ação, aventura, paixão, misticismo e coragem, baseado na famosa e imortalizada por gerações historia do maior capoeirista de todos os tempos, um filme baseado em “fatos” reais. Claro que o filme tem o “belo” e característico toque brasileiro, com cenas de pobreza, de linguagem chula e errada, e gente feia… rs mas que isso importa se o filme, por incrível que pareça, é bom! : D
Besouro também tem um grande diferencial em relação aos outros filmes de ação brasileiros, esse diferencial se chama Huen Chiu Ku, o chinês também conhecido como Dee Dee, que está responsável pelas cenas de luta do filme, o mesmo indivíduo responsável por todas as cenas de luta do filme Kill Bill (Que definitivamente é um ótimo filme!), já foi dublê de Jet Li em Rogue – O Assassino e elaborou também as cenas de ação de O Tigre E O Dragão. Apesar do currículo invejável, o coreógrafo chinês não tinha muitos conhecimentos sobre a capoeira, que está sempre presente durante o longa Besouro; “Eu só tinha visto algumas coisas sobre essa arte brasileira em vídeos”, disse em entrevista ao jornal Folha de S. Paulo. Agora que conhece mais sobre a luta brasileira, Dee Dee afirma estar completamente apaixonado pelo estilo do esporte (Eu sou obrigado a acreditar nisso?).
No entando, mesmo bem mais informado sobre capoeira, Dee Dee encarou a tarefa de transformar as lutas de capoeira em cenas típicas de produções como Kill Bill por exemplo (Kill Bill? Rum.. só acredito vendo!). “É um pouco difícil coreografar as lutas porque, normalmente, os oponentes não se tocam. É diferente da maioria das artes marciais”, justificou o Chinês.
Besouro realmente é um filme que está prometendo, e é brasileiríssimo, então, não custa nada dar um crédito ao Brasil e ver se nossa pátria “amada” não vai envergonhar a gente em termos de filme de ação. Aos que tiverem curiosos para ver o trabalho de Dee Dee e o Besouro Que “Avoa”, o longa está em cartaz desde o dia 30 de outubro deste ano, com classificação etária de 14 anos, 95 minutos de duração e muitas cenas eletrizantes!

Distrito 9: Racismo intergaláctico!

Pôster de Distrito 9

Pôster de Distrito 9

Um filme de aliens favelados? É… Definitivamente foi uma idéia original, se quer assistir algo interessante e polêmico, assista a nova produção de Peter Jackson (“O Senhor Dos Anéis”), dirigido por Neil Blomkamp, o inovador e interessante Distrito 9. O filme já deu uma facada nos bolsos de seus produtores que beira os Us$ 50 milhões, e vai adiante.

A história é mais ou menos o seguinte: Há 20 anos, uma gigantesca nave alienígena deu as caras por Johannesburgo (África do Sul), deu defeito e por lá ficou. Os ET’s integrantes da nave tiveram que descer e se abrigar em uma favela chamada Distrito 9, onde vivem uma vida miserável, sofrem extremo racismo e são maltratados pelo governo; Os seres se parecem com insetos e falam um dialeto esquisito, embora já entendam o inglês pelo tempo que passaram aqui (no filme suas falas são legendadas em inglês). No decorrer da historia o governo local é pressionado pelos políticos (com fins eleitoreiros) para expulsarem os pobres favelados alienígenas do local, o que obviamente causa um “desconforto” tremendo (bem parecido com o que a gente vê quando policiais invadem favelas e comunidades carentes). Aqui os aliens são tratados como sub-raça, imundos, descartáveis e miseráveis, tanto por brancos como por negros (que se aproveitam do gosto estranho deles por comida de gato enlatada e criam um comércio paralelo, lembrando o trafico de drogas). Ou seja, se apareceu exploração de fracos e oprimidos, pode procurar que a raça humana ta metida da historia!
Durante o censo, um funcionário gente fina do governo (que só está lá por se casado com a filha do figurão [Olha o nepotismo aí gente!]) se contamina com um fluido alienígena e acaba desenvolvendo em seu organismo algumas partes extraterrestres, por simbiose, o que acaba transformando-o numa poderosa arma política (o governo estaria estudando cadáveres de aliens para fins bélicos). Assim o camarada e um alien gente boa chamado Christopher (o personagem alien mais humano do filme, são incríveis os seus traços e expressões), que está a ponto de concertar a nave e voltar pra casa (“We Just Want To Go home.”) se tornam alvos de uma caçada impiedosa.
Distrito 9 definitivamente tem um bom enredo, com ótimos efeitos especiais, envolvente e que termina de uma forma redentora, porém não ficou apenas nisso, Distrito 9 foi proibido!
Em uma visão humanista, Distrito 9 obviamente mostra o preconceito da raça humana, o racismo e a crueldade contra os oprimidos, sem contar na nítida referencia ao “APARTHEID”, tal temática ofendeu a ministra da informação da Nigéria, Dora Akunyili. De acordo com o site HitFiz, ela proibiu os cinemas da capital Abuja de exibir o longa; “Não estamos felizes, pois a Nigéria é retratada através de um ângulo negativo”, disse a ministra. Akunyili pediu a Sony que se desculpasse (…too late to apoligize, too late…xD) e eliminasse do longa tudo o que se refere a Nigéria, principalmente o nome do personagem “Obesandjo”, um ganster nigeriano, cujo nome se parece bastante com “Olusegun Obasajno”, atual presidente da Nigéria.
Após uma boa performance de bilheteria em sua estréia, com Us$ 37 milhões faturados em apenas três dias, já era esperado que uma continuação de Distrito 9 fosse discutida. Em uma entrevista para o site da revista Fangoria, o diretor Neil Blomkamp comentou as suas idéias para uma possível continuação; “Eu adoraria fazer uma seqüência. (O Novo) Seria um filme diferente. O público deve decidir se o longa é algo que eles querem ver”, disse o cineasta.
Distrito 9 é um filme repleto de armas a laser, naves espaciais, alienígenas, robôs, mutantes, sangue e drama, tudo o que se precisa para uma bela produção de ficção científica e muito mais. Sua estréia no Brasil está marcada para o dia 30 de outubro deste ano, então… Vamos aguardar.

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